Laboratorio investigacion 610x407

IMPLANTAÇÃO DE PROGRAMAS DE AUTOCONTROLE EM LÁCTEOS

Matricule-se agora por R$ 975,00 R$ 785,00
16 horas

Descrição do curso

CURSO PRESENCIAL EM PASSO FUNDO/RS

DATA: 12 e 13 de fevereiro de 2020

Local: Germânias Hotel  - Rua Antonio Araujo, 233

Horário: 8h30 às 18h

Inclui certificado, material em pdf, coffee break
 


Categoria: LATICÍNIOS

Informações gerais

Conteúdo
  • 1.Introdução aos programas de auto controle e sua importância na qualidade e segurança doa alimentos.
  • 2. O que diferencia um monitoramento de uma verificação;
  • 3. Conhecendo o objetivo e o que deve ser contemplado em cada programa.
  • 3.1 – Manutenção das instalações e equipamentos: Contribui para o atendimento do programa de produção, maximizando a confiabilidade e a disponibilidade dos equipamentos e instalações das unidades fabris, otimizando os recursos disponíveis com qualidade.
  • 3.2- Banheiros, vestiários e barreiras sanitárias e áreas comuns: Mantém o funcionamento eficiente e condições higiênicas dos vestiários, sanitários e barreiras sanitárias.
  • 3.3- Iluminação: garante uma iluminação de boa qualidade e intensidade suficiente nas áreas de processamento, manipulação, armazenamento e inspeção de matérias primas e produtos. Estas mesmas condições de iluminação são necessárias na verificação dos procedimentos de limpeza de equipamentos e utensílios, bem como nas barreiras sanitárias, vestiários e sanitários para a avaliação da eficiência dos procedimentos de higienização.
  • 3.4- Ventilação: A adequada ventilação é fundamental para o controle de odores, vapores e condensação, visando prevenir a alteração dos produtos e surgimento de condições sanitárias inadequadas do ambiente.
  • 3.5- Potabilidade da água: estabelece as condições gerais de abastecimento de água, bem como, define os parâmetros de monitoramento da qualidade da água de abastecimento.
  • 3.6 – Águas residuais: garante que as águas residuais geradas no processo produtivo (áreas de recebimento de matérias primas e manipulação, até o carregamento) sejam recolhidas e direcionadas à central de tratamento de efluentes, garantindo que não haja cruzamento de fluxo ou contaminação da água de abastecimento e/ou produtos.
  • 3.7 – Controle de Pragas: é um sistema que incorpora ações preventivas e corretivas destinadas a impedir a atração, o abrigo o acesso e/ou proliferação de vetores e pragas que comprometam a segurança do alimento.
  • 3.8 – Higiene Operacional estabelece a forma rotineira pela qual o estabelecimento industrial evitará a contaminação direta ou cruzada e a adulteração do produto, preservando sua qualidade e integridade por meio da higiene antes, durante e depois das operações industriais.
  • 3.9- Higiene, hábitos higiênicos e saúde dos colaboradores: Define procedimentos para assegurar que os envolvidos direta ou indiretamente na obtenção, preparação, processamento, embalagem, armazenamento, expedição e transporte não se caracterizem como fontes de contaminação.
  • 3.10 – PSO (Procedimentos Sanitário das Operações): identifica os procedimentos realizados durante as operações que possam ser fontes de contaminação, e estabelece medidas de controle para as operações que representam risco sanitário para os produtos e ingredientes durante a produção de alimentos
  • 3.11 – Matéria-prima, insumos, ingredientes e embalagens: sistematiza a avaliação quanto a inocuidade de matérias primas, ingredientes e embalagens que entram na composição e/ou em contato direto com os produtos. Além de armazenar as matérias primas, ingredientes, embalagens e produtos acabados conforme as Boas Práticas de Armazenagem e de acordo com as orientações técnicas dos fornecedores.
  • 3.12 – Controle das Temperaturas: Garantir a inocuidade e qualidade dos produtos nas mais diferentes etapas de processamento, armazenamento e transporte, bem como definir procedimentos para padronização das atividades na verificação das temperaturas.
  • 3.13- Calibração: padronização do método de calibração de forma a auxiliar os técnicos nas calibrações de instrumentos, para analisarem os resultados encontrados nas calibrações. Analisar se o instrumento está dentro dos limites de tolerância aceitáveis do processos.
  • 3.14 – HACC: entender quais as principais etapas que o programa deve conter, e quais os critérios para definir um PCC.
  • 3.15- Controle de análises: Descreve as regras para assegurar produtos e processos, conforme os pré-requisitos legais e de clientes frente aos requisitos analíticos, sistemática de coleta, realização de ensaios, monitoramento e tratamento dos ensaios e resultados analíticos.
  • 3.16 – Controle das formulações, registros e rótulos: assegura que os produtos atendam à legislação vigente, a fim de impedir a exposição à venda de produtos com composição diferente da estabelecida e aprovada oficialmente ou com violações de limites legais estabelecidos.
  • 3.17 – Certificação: garante que todas as cargas de produtos para exportação embarcadas atendam as exigências da legislação brasileira e dos países de destino.
  • Exercícios:
  • Elaboração de um procedimento operacional incluindo seus monitoramentos e verificações
Objetivo Capacitar os participantes no entendimento dos requerimentos dos programas de autocontrole e desenvolvimento destes programas no setor lácteo. Público-alvo

Profissionais que atuam na área da garantia da qualidade de indústrias do setor lácteo

Metodologia

Laboratorios acreditacion